Track: Portugese Language Track

Title Portugese Language Track
Utilização das Tic e do Sl no desenvolvimento de actividades Lúdico-Educativas
Author(s): Casimiro Pinto; Paula Justiça; Adelina Silva
Date Saturday, March 19 06:00
Location: North 1
Abstract Quando do outro lado do computador se encontram outros jogadores a tarefa de os enfrentar pode ser aliciante, principalmente por não lhes conhecermos a face ou por apenas conhecermos deles o que nos querem mostrar. Muitas plataformas virtuais, entre as quais podemos salientar o Second Life, proporcionaram uma vertente lúdica, quer através de jogos comuns, como o bingo, ou de jogos de faz de conta, como os role-playing, entre muitas outras hipóteses. Estes jogos podem ser jogados dentro da própria plataforma, mas não são eles que motivam a maioria dos utilizadores a usá-la. Neste caso a comunicação e a interactividade sobrepõem-se ao jogo e existem outros domínios lúdicos considerados mais apelativos pela referida maioria.

O Second Life é também um local de aprendizagem, quer no contexto de um ensino formal, com aulas e workshops, seminários e convenções, quer no das experiências vividas como fonte de conhecimento. Como as experiências podem diferir das que temos no mundo real e como podemos visualizar o que apenas conhecíamos teoricamente, as fontes de ensino e os meios de aprendizagem são aqui inesgotáveis. Quer seja utilizado como uma forma de apoio à aprendizagem não virtual, quer seja o único meio utilizado no ensino formal, os resultados da inserção neste contexto virtual têm sido favoráveis à continuação das experiências de ensino-aprendizagem que aqui têm sido realizadas e divulgadas - no Coied e no SLactions, por exemplo.

Mas como um dos principais atractivos do Second Life é a interactividade, também copia e em muito a vida real, como acontece com os edifícios que são um decalque dos reais, das aulas que são dadas em salas semelhantes às reais, dos encontros entre pessoas interessadas numa mesma temática. A diferença é que na vida real dificilmente juntaríamos pessoas tão dispares numa mesma sala, seria impossível deslocarmo-nos tão rapidamente para qualquer local do mundo e muito dificilmente conseguiríamos falar com qualquer um desses interlocutores tendo um tradutor automático a esclarecer o que acabamos de escrever. Para além disso, a informalidade com que os avatares falam uns com os outros, principalmente por escrito, facilita a comunicação entre pessoas que não têm a mesma cultura e que pertencem a ambientes antípodas.

Unindo a faceta lúdica à educativa, podemos participar, no Second Life, tal como na vida real, em sessões de poesia, em tertúlias, em grupos de teatro, de dança, de ópera, em aulas sobre a etiqueta e a construção do próprio mundo virtual. Na sala de aula, devido às dificuldades de acesso a esta plataforma, quer por existir um limite de idade para a sua utilização, quer por causa da qualidade dos computadores escolares e das interdições de acesso ao que se considera como jogos virtuais, os professores utilizam usualmente outras plataformas para que os alunos possam aprender ao transformarem-se em personagens de jogos ou ao criarem os seus próprios jogos educativos.

Bio(s): Casimiro Pinto:
SL: Campwater Piek

Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, concluiu o Curso de Formação Especializada em Organização e Desenvolvimento Curricular na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto e é Mestre em Relações Interculturais pela Universidade Aberta. É professor do Ensino Básico e investigador na área da cultura visual digital, particularmente da utilização de videojogos por crianças e jovens, intento que pretende concretizar em projecto de doutoramento na especialidade de Antropologia Visual a submeter à Universidade Aberta.

Paula Justiça:
SL: PaulaJ Galicia

Licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Obteve o grau de mestre em Filosofia do Conhecimento, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e em Relações Interculturais, pela Universidade Aberta. Encontra-se a realizar o projecto de doutoramento, a submeter à Universidade Aberta, na área da Antropologia Visual. Professora de Filosofia e Psicologia no Ensino Secundário.

Adelina Silva:
SL: Ams Rain

Licenciou-se em Secretariado de Gestão, pelo Instituto Politécnico do Porto. Obteve o grau de mestre em Relações Interculturais, pela Universidade Aberta. Professora do Ensino Básico (Educação Tecnológica) e Secundário. É formadora no âmbito da Formação Contínua de Professores e de cursos de Formação Profissional. Encontra-se a realizar o projecto de doutoramento, a submeter à Universidade Aberta, na área da Antropologia Visual.

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